Amigos! Este é o excelente livro do Professor William Douglas "Como Passar em Provas e Concursos".
Este Livro é extremamente didático, além de ser escrito por um expert em provas e Concursos: O Professor William Douglas! Digo expert porque ele já foi aprovados em inúmeros concursos.
Pra você que quer realmente seguir a carreira pública e obter sucesso e ser aprovado em concursos públicos, este é o melhor livro que encontrei em minhas pesquisas sobre o assunto!
Neste Livro o Professor William Douglas dá o caminho das pedras, ou melhor, dos livres e dos estudos, para termos sucesso nessa empreitada.
Este é um livro, mas não é apenas um livro, aquela coisa teórica, chata, que você lê duas páginas e já dá sono. Não! Neste livro você encontrará métodos - para obtermos sucesso em qualquer atividade precisamos de métodos, de sistematização - pois é, este livro é todo baseado em métodos, métodos estes já testados e experimentados com sucesso pelo autor.
Este é um livro-guia para os estudos. O Professor William Douglas ensina de forma clara, objetiva e prática - isso mesmo, ele ainda ensina a praticar seus métodos e suas dicas - de forma que é impossível não obter sucesso tendo este livro como seu livro de cabeceira Como Passar em Provas e Concursos".
Sucesso nos estudos e na sua carreira pública.
Abraço.
Educação, do latim educare, educere, significa “conduzir para fora”. Educare é composto pela união do prefixo ex, que significa “fora”, e ducere, que quer dizer “conduzir” ou “levar”. Ser melhor como pessoa/profissional/responsável por você mesmo, por sua vida/seus atos/seu autodesenvolvimento/sua liberdade, reconhecer a sua própria ignorância para ser um humano melhor/bom filho/bom pai/bom esposo/bom vizinho. Melhorar sua rua/seu bairro/cidade/município/Estado/País/mundo.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
domingo, 13 de dezembro de 2015
A viagem secreta de Cardozo ao centro da Lava Jato
O ministro da Justiça e a cúpula da PF desembarcaram na madrugada de terça-feira, 8, em Curitiba. O motivo da viagem – que durou pouco mais de 12 horas – ninguém sabe explicar ao certo
ALANA RIZZO
11/12/2015 - 23h54 - Atualizado 11/12/2015 23h54
À 0h50 da terça-feira, um avião da Força Aérea Brasileira decolou rumo a Curitiba. A bordo estavam o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e os delegados da Polícia Federal Leandro Daielloe Maurício Valeixo, respectivamente diretor-geral e diretor de Combate ao Crime Organizado da corporação, um assessor do ministro e um policial. Naquela madrugada, já na capital paranaense, esse grupo se encontrou com Rosalvo Branco, superintendente da PF em Curitiba e chefe dos delegados da Lava Jato, e com o agente Newton Ishii, que se consagrou ao ser citado na gravação do filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró como o “japonês bonzinho” suspeito de vazar dados da Lava Jato. O encontro na penumbra ficou fora da agenda oficial do ministro.
Após o desembarque em Curitiba, às 2h25 da madrugada, Cardozo, Daiello, Valeixo e os policiais curitibanos seguiram por um trajeto de 22 quilômetros para o hotel Bourbon Convention. Em seguida, o grupo se dispersou. Valeixo seguiu com Daiello para outro destino.
A Superintendência da Polícia Federal do Paraná é o epicentro de interesses que para lá confluem por causa da Lava Jato: investigadores, advogados de presos, espionagens e pressões políticas. Em meio a essa Babel, a direção da PF determinou a abertura de três sindicâncias para apurar casos estranhos: a instalação de um grampo no fumódromo da sede da Superintendência, supostamente para investigar policiais que criticavam o modus operandi da operação; a venda de dossiês com informações que possam comprometer a investigação; e a instalação de um grampo na cela do doleiro Alberto Youssef, principal delator da Lava Jato. As três sindicâncias já foram concluídas. Em um momento tão difícil, em que o resultado das apurações pode comprometer a maior investigação sobre corrupção do país, a coincidência de encontros feitos às escuras envolvendo o ministro da Justiça, a cúpula e integrantes bem informados da Polícia Federal em Curitiba levanta suspeitas – sobretudo porque os partícipes ofereceram explicações parciais sobre a natureza do encontro.
Na quinta-feira, o governo montou uma operação para esconder a ida de Cardozo e da cúpula da PF ao Paraná e o encontro com os policiais paranaenses na madrugada. Assessores divulgaram que o grupo desembarcara em Curitiba na manhã de terça-feira – e não na madrugada, como mostra o registro de voos da Força Aérea. Na versão oficial, o agente fora designado para a escolta do ministro. Também juntou-se ao grupo de Brasília no almoço no restaurante Madero Cabral, no centro de Curitiba. A steak house é um lugar para ser visto e reconhecido. Cardozo ainda posou para um selfie com o “japonês bonzinho”. Com isso, quis mostrar que ele e os federais de Brasília se encontraram sim, na terça-feira, com o chefe dos delegados da Lava Jato e com o agente Ishii, mas somente no almoço de terça-feira. E que tudo foi tão casual que era motivo de chiste e divulgação.
No jargão policial, há operações chamadas de cobertura, que são expostas para manter outra, simultânea e normalmente mais bombástica, nas sombras. Cardozo, no início da Lava Jato, já havia se reunido reservadamente com advogados de réus poderosos da operação. Agora, acompanhado da cúpula da PF, manteve encontros com personagens-chave da Lava Jato no Paraná. Foram duas reuniões paralelas à conclusão das sindicâncias sobre o uso de escutas clandestinas. Na capital paranaense, os delegados Daiello e Valeixo coreografaram uma participação agendada com “urgência” em Curitiba, em dois eventos públicos matinais. O primeiro no quartel do Exército. “A audiência foi marcada de urgência, na própria terça-feira, para discutir a questão de armas e munição no estado. Eles (PF e Cardozo) estariam aqui em Curitiba para resolver outra questão. E aproveitaram para estreitar a relação com a gente. Foi tudo muito rápido, durou das 10 horas às 10h40”, informou o gabinete do general Duizit Brito, comandante do Quartel da 5ª Região.
Cardozo, que desembarcara horas antes, não apareceu ao primeiro encontro. A segunda agenda era na Secretaria de Segurança do Paraná. O ministro chegou atrasado. A conversa na Secretaria de Segurança foi, de acordo com a versão oficial, sobre invasões na empresa Araupel, em Quedas do Iguaçu, ocupada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Faz sentido? Menos de 24 horas antes, Daiello e Valeixo não participaram da reunião sobre o mesmo tema no Ministério da Justiça em Brasília, onde estava o governador do Paraná, Beto Richa, do PSDB. “Foi uma história de cobertura. Não tinha necessidade do encontro,” afirmou um integrante da PF a ÉPOCA.
Procurado, Cardozo disse que não poderia falar sobre o tema das reuniões por se tratar de uma questão de segurança. “O governador e o secretário estiveram aqui e eu solicitei uma análise mais detalhada sobre o assunto. Por isso, pedi apoio da PF”, disse. Ele confirma que foi recebido pelo superintendente Rosalvo e por Ishii no aeroporto de madrugada. Segundo o ministro, duas reuniões foram marcadas para discutir o tema sigiloso. “A primeira era com as Forças Armadas, mas como não estava me sentindo bem acabei não indo. Fui apenas para a segunda com o secretário de Segurança.” Ao final, disse o ministro, a questão que o arrastou até lá não exigiu novas providências. ÉPOCA procurou a direção-geral da PF para esclarecer a viagem. A informação é de que os diretores foram minimizar um potencial conflito no Estado e que a viagem fora solicitada pelo ministro. O superintendente do Paraná, Rosalvo Branco, disse que tinha questões profissionais envolvendo a viagem: “Não vou comentar mais, minha querida”. Por que tanto mistério?
sábado, 12 de dezembro de 2015
CNN flagra apoiador do ISIS em mesquita carioca; Assista ao vídeo
A CNN en Español deixou de ser distribuída pelas operadoras brasileiras de TV por assinatura, mas ainda produz reportagens por aqui.
Ao repercutir o atentado contra a revista “Charlie Hebdo”, a equipe do canal visitou uma mesquita no Rio de Janeiro. Lá, testemunhou um sueco declarando apoio ao ISIS, o autoproclamado “Estado Islâmico”.
Confira o vídeo.
“O TERRORISMO É OBRIGATÓRIO NO ISLÃ E AS DECAPITAÇÕES DOS INIMIGOS DE ALLAH DEVEM CONTINUAR!” - proclama fervorosamente um membro do Estado Islâmico ao passo em que orgulhosamente exibe sua camisa estampada com a auriflama negra da seita extremista sunita.
Lula foi intimado pela Polícia Federal
Lula foi intimado pela Polícia FederalMinistério Público Federal - MPF e Departamento de Polícia Federal estão atrás de Lula e família..
Posted by Osvaldo Aires Bade on Sábado, 12 de dezembro de 2015
Norte-americano que adquiriu remédio para Aids admite que errou: ele deveria ter aumentado ainda mais os preços
Martin Shkreli não mudou nada. O provocativo CEO da empresa farmacêutica Turing Pharmaceuticals, que se tornou “o homem mais odiado dos Estados Unidos”, acha que não foi longe o suficiente quando subiu o preço do medicamento Daraprim, usado para tratar toxoplasmose em pacientes imunossuprimidos, em mais de 5.000% da noite para o dia.
“Eu deveria ter aumentado mais os preços”, Shkreli afirmou na última terça-feira (1), após ter sido questionado sobre o que ele faria se pudesse voltar três meses no tempo. “Este é o meu dever”, falou no encontro Forbes Healthcare Summit, evento da área de saúde, durante uma entrevista de 25 minutos que foi fascinante, aterrorizante e extremamente constrangedora.
Rapidamente, Shkreli explicou por que abandonou sua promessa anterior de diminuir o preço do Daraprim, afirmou que as empresas ainda estavam “implorando” por seu negócio e que estava sendo pressionado por políticos. O CEO reiterou que sua empresa foi forçada a aumentar o preço do medicamento por causa do modelo de distribuição.
A entrevista foi conduzida pelo repórter de FORBES Matthew Herper, que, em setembro, havia publicado uma matéria onde dizia que Shkreli não era, necessariamente, mau – mas incompreendido. Que, na realidade, era um homem brilhante que estava sendo caricaturado pela mídia.
Porém, no evento de terça-feira, Shkreli foi dolorosamente claro: seu trabalho não é curar os pacientes. É ganhar dinheiro. “Meus acionistas esperam que eu tenha o maior lucro possível”, disse, num tema que foi recorrente. “Esta é a verdade feia e suja. Eu vou maximizar os lucros”, adicionou. “Isto é o que as pessoas [da área da saúde] têm medo de dizer.”
Herper pressionou Shkreli a revelar se a natureza de suas ações e discursos foram prejudiciais para os negócios da Turing. A empresa de assistência médica norte-americana Express Scripts, por exemplo, retirou recentemente o Daraprim de seu formulário e o substituiu por um concorrente.
Mas Shkreli acredita que não. “Não nos prejudicou em nada”, disse ele, sugerindo que a Turing está trabalhando em um acordo com uma grande empresa farmacêutica para adquirir um novo remédio. Apesar de a empresa ter de fato optado pelo concorrente da Turing, a “Express Scripts me enviou um e-mail há alguns dias implorando pelos nossos negócios”, disse. (Um executivo da Express Scripts na plateia discordou da versão dos fatos de Shkreli.)
Ainda que Shkreli tenha transferido a culpa para seus acionistas, ele também questionou repetidamente o público sobre sua responsabilidade. Os pacientes ainda têm acesso ao Daraprim? E todas estas leis e fiscalizações governamentais? “Políticos adoram massacrar homens que são vistos como inimigos públicos”, disse Shkreli. “Esta é uma ótima forma de ser eleito.”
José Padilha diz à revista que mudou para o exterior após ser ameaçado de morte
Diretor foi processado por 17 PMs e ganhou todas as ações
- Atualizado em
Morando nos Estado Unidos desde o lançamento do filme "Tropa de Elite 2 - O Inimigo Agora é Outro" (2010), o cineasta José Padilha contou para a revista Trip que se mudou para o exterior após ser ameaçado por homens armados que tentaram invadir sua produtora no Rio de Janeiro.
O diretor também contou que foi processado por 17 policiais militares após o lançamento do longa-metragem que mostra problemas de corrupção dentro da política e forças armadas brasileiras, sobretudo no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). "A gente foi processado por vários policiais por causa do ‘Tropa de Elite 2’ e a gente ganhou todos as ações e os caras tiveram que pagar os custos advocatícios", falou para a reportagem da Trip.
Em vídeo divulgado pela publicação, Padilha criticou ainda Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva por não terem feito nada em relação a Segurança Pública.
"Antes de ocupar a favela, você tem que ocupar o batalhão da polícia", falou sobre as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPP) para a reportagem da Trip.
Além dos filmes Tropa de Elite, o carioca também é o responsável por “RoboCop” (2014) e “Ônibus 174” (2002).
Confira a entrevista realizada pela revista:
A FALSA CRISE DA PREVIDÊNCIA: A VOLTA DA CPMF NÃO É NECESSÁRIA, ABSOLUTAMENTE
A FALSA CRISE DA PREVIDÊNCIA : A VOLTA DA CPMF NÃO É NECESSÁRIA, ABSOLUTAMENTE”. A falsa crise do sistema de...
Posted by Carlos Carvalho Junior on Sábado, 12 de dezembro de 2015
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