quarta-feira, 18 de maio de 2016

DELCÍDIO DO AMARAL, RODA VIVA (16/05/2016) COM TEXTO DE SUA FILHA MARIA EDUARDA AMARAL




FONTE: O Antagonista

Delcídio entrega Lula, Dilma e o PT no Programa "RODA VIVA" em 16/maio/2016

Delcídio Amaral no Roda Viva:

- Lula será preso?

"O cerco se fechou. A situação do presidente Lula é muito difícil, é crítica".

- Dilma mentiu?

"Absolutamente. Ela não assumiu a responsabilidade que era dela".

- O PT?

“Não foi o PT que inventou a corrupção na Petrobras. Mas com ele a corrupção se tornou sistêmica".


Pessoas que eu amava me deixaram

POR MARIA EDUARDA AMARAL* 13/05/2016, 05h00


Delcídio Amaral. Foto: Cadu Gomes/EFE
Ontem à noite (terça-feira, 10), depois de 13 anos prestando serviços ao Senado Federal, meu pai teve seu mandato cassado. Após 13 anos representando o Partido dos Trabalhadores. Partido pelo qual eu sempre tive algum tipo de simpatia.
As políticas sociais desta sigla de certo modo me interessavam. Hoje, por vários motivos, não me interessam mais.
Ontem, ele se tornou o terceiro senador a ser cassado na história do Senado. Sim, ele teve o maior placar contrário a ele, o que já era bastante previsível, visto que nos últimos tempos a opinião pública vem pesando demasiadamente também.
Desde 2014, eu, ele, minha mãe e minha irmã vimos sofrendo com alguns obstáculos e dificuldades. O sonho do meu pai sempre foi ser governador pelo Estado de Mato Grosso do Sul. Ele tinha o sonho de governar o Estado em que nasceu. Sonhava com isso noite e dia e, por mais que ele não falasse, eu sentia.
Em 2014 ele perdeu uma eleição caótica na disputa pelo governo do Estado. Dizem que ele só perdeu por conta do partido que representava. Foi uma eleição suja, repleta de má-fé, calúnias e ataques agressivos a nossa família. Mas, mesmo assim, a gente vestia a camisa com a estrela e o número 13 e ia às ruas tentar reverter o quadro.
No dia da derrota foi difícil conter as lágrimas. Sempre soube o quanto meu pai queria desenvolver aquele Estado e o carinho que ele tinha pelas pessoas que lá moravam.
A política pulsava nas veias dele. Ele falava e contava as coisas pra gente com brilho no olhar. Ele conseguia ver bondade e esperança até nos adversários. Ele tinha uma ingenuidade de menino que, de fato, não condizia com tudo o que ele viveu. E eu achava aquilo bonito. Até porque sou tão ingênua quanto ele e acredito muito que herdei dele essa mania de acreditar e me entregar às pessoas de primeira. Conclusão? A gente sempre sai machucado, somos enganados… Mas costumamos ir às últimas consequências por uma segunda pessoa, mesmo assim.
Quando a gente sentava pra conversar o assunto, inevitavelmente, era política. E eu gostava. Ele me dava aulas sobre isso. Não vou negar que, em certo momento da minha vida, até tive vontade de me envolver com política. Mas, depois de atestar uma eleição tão suja, voltei atrás. Por fim, presenciei mais um sonho dele escorrer pelas mãos.
A rotina dele era agitada. Eu costumava não vê-lo muito e, desde pequena, fui ‘acostumada’ com a ausência do meu pai. Quem assumiu o papel paternal acabou sendo a minha mãe. E ela fez isso com maestria.
Meu pai costumava chegar em casa apenas no sábado. E ainda, quando chegava, já logo viajava para o interior do Estado para cumprir as agendas. Às vezes, aos domingos, ele tinha tempo pra saber da minha vida. E olhe lá.
Afinal, ele acabou assumindo a liderança do governo no Senado Federal, posição que lhe cobrava tempo e energia, visto que o governo atual vai de mal a pior. Mas, mesmo assim, ele tentava até as últimas consequências defender o governo Dilma. Ele fazia o trabalho dele e cumpria o que havia prometido.
Brasília acabou virando de fato a casa dele. Ele ficava lá mais do que ficava comigo, na minha casa. Em julho do ano passado resolvemos fazer uma viagem, afinal queríamos ter um momento com a família unida e com meu pai podendo descansar alguns dias, até pra sair um pouco do caos em que a política se encontrava. Política essa que ele tinha o papel de defender.
No meio da viagem ele recebe um telefonema da então presidente pedindo para que ele voltasse urgentemente. Ela precisava dele. E, assim, lá ia ele… Deixou de novo a família, os amigos, deixou uma viagem que já havia sido paga e foi vestir a camisa… Foi exercer o que fazia o coração dele pulsar.
Nessa viagem, ocorreram alguns episódios que acabaram com o clima harmônico. Uma turma de brasileiros praticamente invadiu nossa privacidade e nosso momento em família, tirou fotos (e divulgou). Xingaram-nos e agrediram-nos, porque, segundo eles, estávamos utilizando dinheiro público para bancar o passeio. Mero engano.
Brasileiro tem essa mania de achar que só porque alguém se encontra em posição pública sobrevive só de dinheiro vindo de política. E esse não era o nosso caso. Só que nós, brasileiros, em grande parte, somos um povo ignorante, que acredita na primeira coisa que lê e que sabe só o superficial porque a preguiça e o comodismo sempre falam mais alto.
Por fim, esse episódio nos gerou problemas imensos. A viagem foi pelo ralo com isso… Meu pai ficou extremamente desconfortável com a situação e não escondia isso. Mas, ok, passou.
Eu comecei a sentir que a partir dali as coisas iam ficar difíceis para a nossa família. Até entendo o descontentamento que nós, brasileiros, vimos sentindo pela atual conjuntura política do País. Mas nada justifica agredir dessa forma uma família e seus amigos.
Infelizmente, ultimamente, as pessoas andam rudes e agressivas. A gente acaba se ‘acostumando’ a essa realidade, mesmo não devendo.
Após tamanho desconforto, em novembro do ano passado, repentinamente recebi a notícia, às sete horas da manhã, que meu pai havia sido preso. Eu estava dormindo quando isso aconteceu, mas, como tenho sono leve, percebi uma movimentação na minha casa. Ligo a TV e vejo, por imagens transmitidas pelo helicóptero da Globo, uma cabecinha branca dando entrada na Polícia Federal em Brasília. A ficha de fato caiu. Era meu pai.
Perdi toda a minha base e estrutura naquele momento. Tremia e fiquei prostrada, afinal não sabia o que fazer ou como agir. Era muita informação pra alguém que sempre teve o costume de ser frágil perante a tudo. É só tentar imaginar um familiar pelo qual você tem muita admiração e amor sendo preso, sendo tirado de um dia pro outro da sua rotina.
Presenciei minha mãe (uma mulher que sempre foi muito forte) desabar de se jogar o chão. Vi minha irmã ter uma crise bem na minha frente. Não desejo uma coisa dessas a ninguém. Das três, eu ainda fui a que mais consegui manter a calma e os pés no chão. Vi minha mãe assumir as contas e todas as outras pendências da família de um dia pro outro.
E foi nesse momento que vi que não tinha nada de dinheiro público envolvido, porque nós estávamos atolados em contas para pagar e com problemas financeiros (problemas que meu pai acabava escondendo da gente, afinal ele sempre se desdobrava pra oferecer uma vida legal pra nossa família).
Nesse momento, foram as nossas fazendas que nos ampararam. Patrimônio que minha avó e meu pai cuidam com carinho há anos. Do dia pra noite, minha vida e minha base ficavam em Brasília. Foi frustrante pra mim ver um homem de bem, intelectual, humilde, educado e carismático, preso. Era meu pai. Eu nunca vi ele chorar como chorou nesses meses preso.
Vi ele emagrecer a ponto de quase ficar sem musculatura. De ser só pele e osso. De ficar pequeno e frágil em roupas tão grandes. Vi ele envelhecer e perder o brilho, perder os sorrisos, perder o senso de humor fantástico que só ele tem. Um homem que tinha um ritmo agitado, de repente, é trancado em uma sala em meio a livros, num lugar frio e que tira a sanidade mental de qualquer pessoa que não tenha controle emocional.
Na semana em que ele foi preso, meu celular se tornou um inferno. Recebia mensagens de homens que eu nunca vi na vida. As mensagens eram as piores possíveis. Fui chamada de puta, de safada, de cachorra, de patricinha, de filha da puta e fui até convidada a dormir em motel (por vários homens). Tinha homem dizendo que eu merecia tomar uma surra no meio da rua. Sim, um HOMEM desejando a agressão física de uma MULHER.
Recebi convites para almoçar em restaurantes e depois pra ir dormir em hotel, como se eu fosse prostituta, disponível pra fazer programa. Quando eu apagava uma mensagem, surgia outra. Tive que trocar o número de celular. Aquilo me chocou de tal forma que eu não consigo explicar.
Fiquei traumatizada, principalmente com homens, de certa forma. Nesse turbilhão de acontecimentos, pessoas que eu amava me deixaram, me deixaram sem perguntar como eu me sentia, se eu ainda precisava de alguma ajuda. Me deixaram como se o problema não fosse delas. Como se eu não estivesse precisando de carinho, de atenção. E isso não partiu apenas de amigos e, sim, de pessoas que conviviam comigo no dia a dia, com quem os laços eram bem mais estreitos.
Por vezes eu me sentia sozinha, carente, descartada e sem esperança. Meu pai foi preso e eu fui junto. Às vezes dava medo sair na rua, tinha medo de algum tipo de reação das pessoas. Foi aí que eu percebi que o mundo em que vivemos é realmente muito individualista e agressivo. Que falta amor pelo próximo, falta compaixão. Falta a gente “vestir a camisa” de quem a gente ama. Falta tratar as pessoas como prioridade, e os problemas delas também. Falta a gente procurar saber de uma pessoa que está passando por problemas ou procurar saber o que ela sente ou como se sente. Falta a gente querer se interessar mais pelo outro.
Mesmo com essas desilusões que me derrubaram, nesse meio tempo conheci pessoas incríveis, que me ajudaram a amenizar a dor que eu sentia a cada dia. Depois de 3 meses em que meu pai ficou preso, depois da cassação do mandato dele, hoje eu quero agradecer. Agradecer a cada pessoa que eu conheci depois desse inferno todo, mesmo uma pessoa em que eu só conversei brevemente. Mas eu quero agradecer. Agradecer, porque vocês mal imaginam os milagres que fizeram dentro de mim só de me dar 5 minutos da sua atenção, ou menos. Vocês me ajudaram a esquecer dos problemas e a esquecer da maldade humana que eu presenciei na pele. Quero agradecer também àqueles que me abandonaram quando meu barco furou. Vocês me ensinaram a como não tratar um ser humano. Me ensinaram com quem sim, quem não e quem nunca. Um agradecimento especial ao Senador Renan Calheiros por ter acelerado a cassação do meu pai (por mero revanchismo). Sem o senhor e os demais senadores, quem sabe ele não sairia da política tão cedo. Obrigada por devolver meu pai à minha vida. Por tirar ele desse ambiente imundo, que rende inúmeros homens inocentes a um sistema nojento e corrupto (que eu presenciei de perto). Meu mais sincero obrigada. Ter meu pai de volta e a minha família unida novamente é algo que não tem preço. Obrigada por agora me permitir viver como uma pessoa normal, sem ser tratada como filha de um homem público, por me permitir fazer as coisas sem medo, sem dever explicações a ninguém. Obrigada a Deus por inverter meus valores e percepções de vida. Obrigada por me fazer interpretar as mensagens. Ainda acredito que o Senhor guarda algo generoso pras nossas vidas depois de ver o homem da minha vida sofrer tanto.
Por fim, quero agradecer e parabenizar ao meu próprio pai por tudo. Parabéns por ser humilde, reconhecer seus erros em rede nacional e por trazer à tona os fatos. Afinal todos nós somos seres humanos, propensos a errar a todo instante. Parabéns por ter tido a coragem de derrubar e desestruturar uma República. Parabéns pelos valorosos treze anos de serviços prestados ao Senado Federal. Eu sei o quanto você levava a sério e dava o seu sangue. São eles que perdem uma pessoa bondosa como você. Você tem um valor imenso pai, não se esqueça nunca disso. Agradeço pelo prazer de conviver com você, de poder interpretar seus silêncios. É uma honra que me foi concedida. Poder ser sua filha. E obrigada por me permitir passar tudo isso ao seu lado, sempre firmes. As experiências que eu tive, hoje me fazem uma mulher diferente das demais.
Enfim, ontem aconteceu o que eu sempre falava: “meu pai merece muito mais que a política. Ele é um homem brilhante demais pra estar no meio disso.” E Deus se encarrega. Os planos dele são sempre maiores que os nossos. Hoje, mais do que nunca, tenho todo o orgulho do mundo de ser fruto de uma relação de muito amor e batalhas vencidas. Ontem deram fim aos meses em que eu espalhava sorrisos mas sofria e agonizava por dentro. É um sofrimento que pouquíssimas pessoas vão saber interpretar…
* Maria Eduarda Amaral, estudante de Jornalismo, 21, é filha de Delcídio Amaral
* Texto postado na quarta-feira, 11.

- Danos morais – Sinpol entra no caso da agressão contra policial que promovia Bolsonaro (aqui)

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Danos morais – Sinpol entra no caso da agressão contra policial que promovia Bolsonaro

Em nota enviada ao Blog, o Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Ceará informa que acionará criminalmente os supostos agressores do estudante de Letras (UFC) e policial civil Jorge Fontenele, que, na segunda-feira (9), teriam sido agredido por um professor e alunos por estar vestido com uma camisa com a foto do deputado federal Jair Bolsonaro (PTB/RJ). Confira:

O Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Ceará (SINPOL/CE) vem a público firmar posição com relação ao lamentável episódio ocorrido nas dependências da Universidade Federal do Ceará, na tarde do dia 9 de maio do ano corrente.
Primeiramente, cumpre asseverar que esta entidade representativa de classe não adota nenhum posicionamento político-partidário. Porém, por entendermos que o estado democrático de direito e a liberdade de pensamento devem nortear as relações sociais, vimos manifestar o nosso profundo pesar pela atitude de alguns alunos do Centro de Ciências Humanas da UFC, que ameaçaram, injuriaram, caluniaram e agrediram com empurrões e cusparadas, um aluno do curso de letras (italiano), que, por acaso, é inspetor de polícia civil.

Causou-nos espanto que justamente em um ambiente acadêmico, onde a pluralidade de ideologias deve ser defendida e, mais que tudo, respeitada, tenhamos visto ocorrer tamanha manifestação de ataque à democracia e ao livre pensar.

Informamos que o corpo jurídico do sindicato está tomando todas as providências cabíveis, face à situação de constrangimento e prejuízo moral a que foi submetido o referido policial. Serão ajuizadas ações criminais e de reparação de danos morais contra os autores (já identificados) das agressões perpetradas, inclusive acompanhamos o filiado em audiência na sede da 3ª Delegacia de Polícia, responsável pela circunscrição do local do fato.

No atual momento político vivenciado em nosso país, com clara polarização de ideias, asseveramos que, independente da tendência seguida, seja de direita, centro ou esquerda, defenderemos com afinco e de forma incansável, o sagrado direito à liberdade de pensamento e de expressão do cidadão de bem. Pois, para um povo livre governar a si mesmo, deve ser livre para se exprimir, aberta e publicamente, seja qual for a orientação adotada.

domingo, 15 de maio de 2016

ASSIM NÃO, TEMER! ERA SÓ PARA “INGLÊS VER”? JÁ CEDEU À PRESSÃO DOS ARTISTAS ENGAJADOS E DAS FEMINISTAS?

Show do Detonautas, de Tico: cultura?

14 de maio de 2016 By Rodrigo Constantino

Estava bom demais para ser verdade. Segundo o que diz Cristiana Lôbo, uma dessas que estão tendo dificuldade de aceitar a nova realidade do país, Michel Temer já teria avisado aos artistas, após a repercussão do fim do MinC, que nada muda, que todo o sistema continua inalterado, apenas debaixo do ministério da Educação:
Diante da repercussão negativa no meio artístico da decisão de extinguir o Ministério da Cultura e transferir as atribuições ao Ministério da Educação, que volta a ter a sigla MEC (Ministério da Educação e Cultura), Michel Temer está despachando emissários para conversar com artistas a fim de informar que toda a estrutura atual será mantida – apenas sem o status de ministério.
Ao mesmo tempo, ele pretende nomear uma mulher para comandar a área, como forma de corrigir, também, uma outra falha apontada em sua equipe, que é exclusivamente masculina.
“O presidente vai ouvir artistas antes de escolher quem vai comandar a área e vai deixar claro que nada muda”, disse um auxiliar, demonstrando a preocupação com a repercussão negativa pela extinção do Ministério da Cultura.
Um recuo tão rápido demonstra fraqueza, Temer. O Brasil que trabalha tinha ficado eufórico com a notícia, e agora vem essa bomba? Temer sabe o que esses “artistas” têm feito em nome da Lei Rouanet e da “arte”? É cada porcaria que envergonharia artistas de verdade. O Spotiniks, que tem feito um ótimo trabalho, preparou uma pequena lista de projetos aprovados em nome da “cultura”nacional. O sistema que Temer agora quer preservar tem servido apenas para concentrar renda nas mãos da elite poderosa do meio artístico ou para divulgar lixo, verdadeiro lixo.
Temer não deveria temer a revolta dos artistas engajados ou das feministas. Sabemos que eles têm influência na grande imprensa, em especial na Globo, mas eles estavam todos do lado do PT! E por acaso foram capazes de impedir a ruína do “partido” de Lula e Dilma? Não! O Brasil mudou, Temer, e as redes sociais ganharam peso, força. Milhões sabem, hoje, que esses artistas são oportunistas da esquerda caviar. Você vai mesmo ficar do lado de Chico em vez de tomar o partido do Brasil? É sério que já vai nos decepcionar dessa maneira, na largada? Deu o doce e agora vai tirá-lo?
A animação com o fechamento da torneira das mamatas dos “artistas” foi tanta que fiz até um vídeo com a reação de Hitler ao saber de tudo que fizera no seu primeiro meio dia de trabalho:
Brincadeiras à parte, o assunto é muito sério. E a reportagem do GLOBO diz que a nova Secretária poderia ser entregue a Stepan Nercessian, um comunista! Ou seja, vai ou para uma mulher, “para corrigir um erro” (qual?), ou para um comunista. É isso mesmo? Que tiro no pé, Temer. Não faça isso. Tenha coragem de enfrentar essa turma, tenha peito para encarar essa patota. Não escolha o lado errado de Wagner Moura. Fique do lado do país.
Um parêntese: essa coisa de que não ter mulher no ministério foi um “retrocesso de anos”, como Miriam Leitão e companhia disseram, é simplesmente patética, coisa de coletivista que só enxerga gênero em vez de mérito individual. Ora, o ministério de Dilma, com mulheres e negros, foi um fracasso total. A presidência de Dilma, a “primeira mulher eleita”, foi um fiasco completo. O que importa o que cada um tem entre as pernas? O que vale são os méritos. Ceder a essa pressão feminista é absurdo. São recalcadas e oportunistas de esquerda, apenas isso. Fecho o parêntese.
Voltemos aos artistas. Sim, a cultura é mesmo importante demais, como alegam esses artistas engajados. E justamente por isso deve ficar longe dos tentáculos estatais. Para ser preservada. Para ser viva, orgânica, social. E não para ser domada e controlada por uma elite politizada e ideológica, que dissemina um monte de porcaria em nome da “arte” e beneficia os “amigos do rei” em esquemas. Chega disso!
Rodrigo Constantino

Alguns fatos sobre Jair Bolsonaro - O Mito






1 - Quando tinha 10 anos, Bolsonaro decidiu morar sozinho. E seus pais se mudaram de casa.

2 - Bolsonaro perdeu a virgindade antes de seus pais.

3 - Certa vez, Bolsonaro fez um teste em um detector de mentiras. A máquina confessou tudo.

4 - Quando Bolsonaro era criança, seus pais iam dormir na sua cama quando estavam com medo.

5 - Bolsonaro venceu a Monalisa em uma competição de encarar.

6 - Quando Bolsonaro vai te visitar na sua casa, você é o convidado.

7 - O nome do pai de Bolsonaro é Bolsonaro Júnior.

8 - Bolsonaro visitou as Ilhas Virgens. Por isso, agora elas se chamam apenas As Ilhas.

9 - Bolsonaro nunca ficou gripado. A gripe é quem fica doente.

10 - Um dia Bolsonaro passou no sinal vermelho e o guarda de trânsito o parou. Bolsonaro multou o guarda.

11 - Bolsonaro ajudou as enfermeiras no seu parto.

12 - Bolsonaro perdeu a virgindade aos 16... Segundos.

13 - Bolsonaro nunca mente. A verdade é que está errada.

14 - Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone, ele já tinha três ligações perdidas de Bolsonaro.

15 - O oxigênio precisa de Bolsonaro para sobreviver.

16 - Todas as manhãs, Bolsonaro acorda seu despertador.

17 - "Nada. Ela já tem Bolsonaro" respondeu após ser perguntado qual seria o presente de aniversário de sua esposa.

18 - É impossível Bolsonaro sofrer um ataque cardíaco, pois nada é estúpido o bastante para atacar Bolsonaro.

19 - Um dia, Bolsonaro foi para a praia e foi atingido por um raio. O raio morreu eletrocutado.

20 - Quando Bolsonaro fazia bagunça na escola, os pais da diretora eram chamados.

21 - Quando leva cartão vermelho, quem sai de campo é o árbitro.

22 - Bolsonaro começa um incêndio esfregando dois cubos de gelo.

23 - Certa vez, Bolsonaro faltou dois dias seguidos na escola. Mais tarde, esses dias foram chamados de sábado e domingo.

24 - Na escola, os professores precisavam levantar a mão para falar com Bolsonaro.


25 - Uma vez, Bolsonaro foi ao cinema, e o filme ficou


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sábado, 14 de maio de 2016

Maduro solicita retorno de embaixador no Brasil à Venezuela


O presidente venezuelano Nicolás Maduro: "avaliamos hoje, eu pedi ao nosso embaixador no Brasil, Alberto Castellar, que viesse a Caracas", informou Maduro

Caracas - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu nesta sexta-feira ao embaixador do país no Brasil, Alberto Castellar, para retornar a Caracas, depois do afastamento de Dilma Rousseff da presidência brasileira em um processo que o chefe do governo venezuelano classificou como um "golpe de Estado".
"Avaliamos hoje, eu pedi ao nosso embaixador no Brasil, Alberto Castellar, que viesse a Caracas", informou Maduro em rede nacional de rádio e televisão.
Castellar, que já estaria em Caracas, se reuniu com Maduro e a chanceler Delcy Rodríguez, o vice-presidente executivo Aristóbulo Istúriz e "vários dirigentes do comando político" do país para analisar os acontecimentos no Brasil.
"Estivemos avaliando esta dolorosa página da história do Brasil (...) Tentaram apagar a história com uma jogada totalmente injusta com uma mulher que é a primeira presidente que o Brasil teve", disse o líder venezuelano.
Maduro classificou o afastamento como uma "canalhice contra ela (Dilma), contra sua honra, contra a democracia, contra o povo brasileiro".
"Vejam, não acreditem os colegas presidentes ou primeiros-ministros que por serem de partidos da centro-direita, da direita, estão isentos de que o vírus do golpismo tome outra vez a América Latina e com o vírus do golpismo venham as grandes convulsões sociais outra vez (...) Não, não podemos retroceder na história", acrescentou. 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Ministro do GSI de Temer, general 'não nasceu de susto'



Sobre o General Sérgio Westhpalen Etchegoyen, pode-se afirmar que 'não nasceu de susto', como se diz lá em Bagé, quando se quer dizer que alguém é desassombrado.


Tão logo foi confirmada sua nomeação por Temer para o recriado GSI (Gabinete de Segurança Institucional), a mídia tratou de desencavar um episódio marcante da carreira do general.

Lembra Lauro Jardim, em sua coluna de O Globo: como capitão, Etchegoyen amargou oito dias de prisão por ter enfrentado o temido general Newton Cruz. Em 1983, no fim do governo Figueiredo, Cruz chamou de mau caráter quem fosse depor numa CPI do Congresso. Como seu pai, o general Léo Etchegoyen, era o mais notório dos depoentes, Sérgio levantou-se, rebateu Cruz e foi preso no ato.

Em episódio recente, a inclusão do nome de seu pai no relatório final da Comissão da Verdade gerou a única manifestação de um oficial da ativa em relação ao documento. Em nota, ele o classificou como 'leviano'.

Como se vê, o general está longe do perfil político/carreirista/servil que caracteriza boa parte dos integrantes da cúpula militar das Forças Armadas. Certamente, Dilma não teria peito para expulsá-lo do elevador privativo, como fez certa vez com o General Elito.

Fonte: (aqui)