sábado, 11 de junho de 2016

Que coisa feia, Zuck. Ninguém pode curtir manipulações no Facebook

Antissocial: o que eles gostam, mostram com destaque; o que não gostam, escondem

Por: Vilma Gryzinski  

Vamos começar com uma promessa: não se defenderá, aqui, o papel que repórteres inquietos e editores bem preparados desempenham na busca, filtragem e divulgação de notícias. Atividade também conhecida como jornalismo, com todas suas fragilidades e urgências tempestivas.
Mas vamos expor um aspecto negativo dos meios mais usados hoje para acessar notícias e informações, o Twitter e o Facebook. Apresentadas como agentes supremamente imparciais que apenas mostram os assuntos mais buscados pelos usuários, as redes sociais têm vários rabos presos.
Um deles apareceu nos últimos dias, quando cinco ex-colaboradores do Facebook contaram como havia sido sua experiência numa função descrita como “curadores de notícias”. Nessa tarefa temporária, afirmam, a ser eventualmente substituída por algoritmos, eles tinham que buscar e resumir as notícias mais buscadas, os trending topics.


Eram, na maioria, jovens saídos de faculdades de jornalismo de elite nos Estados Unidos, portanto já alinhados com a visão liberal, no sentido americano, do mundo. Uma tendência exacerbada pela orientação de que deveriam selecionar reportagens e artigos de publicações com a mesma linha, como oNew York Times e a revista Time. 
Potências da internet como o Drudge Report, mais à direita, não entravam na lista do Facebook. Também ficavam fora personagens por quem os usuários demonstravam grande interesse, como Lois Lerner, a alta funcionária da Receita Federal americana que coordenava a perseguição a organizações de tendência conservadora que pediam o direito a isenção fiscal garantido pela lei, um dos maiores escândalos do governo Obama.
A manipulação também ocorria em sentido contrário. Em vez de suprimir, os “curadores” incluíam temas que eram considerados importantes,  mesmo que os usuários não estivessem muito interessados, como as atividades do Black Lives Matter – as vidas dos negros são importantes -, grupo radical que defende a morte de policiais como revanche pelos casos em que negros são mortos, em reações excessivas ou não. A repercussão nas redes sociais do BLM – falsamente anabolizada, agora se sabe –  é considerada um fator importante em sua expansão.


Sócios do Mark Zuckerberg são um casal de gays e assim o FB foi a primeira rede social a ter o status no perfil de usuário de casal homossexual.


Mark Zuckerberg já declarou apoio ao grupo e passou um sermão público em funcionários do próprio Facebook que haviam substituído a sua denominação pelo mais inclusivo Todas as Vidas são Importantes. Ele e todos os gênios bilionários do Vale do Silício apoiam a política de portas abertas à imigração, pois dependem dos “indianos”, designação geral dos estrangeiros que formam a base de sua mão-de-obra.
Zuck também é um clintonista militante e o pessoal do meio  diz que fica nervoso quando Jack Dorsey, do Twitter, toma posições mais “progressistas”. Em seu Conselho de Credibilidade e Segurança, o Twitter tem dezenas de representantes de organizações sociais, inclusive algumas dedicadas a vigiar “discursos perigosos”, manifestações que possam soar ameaçadoras para alguma das muitas categorias que se consideram vitimizadas. Nenhuma delas, evidentemente, de tendência mais à direita.
Depois das reportagens do site Gizmodo sobre a curadoria com cara de viciada do Facebook, a Comissão de Comércio do Senado, presidida pelo republicano John Thune, pediu explicações. Entre elas: “Os curadores de notícias do Facebook de fato manipularam o conteúdo da seção Trending Topics, visando a excluir notícias relacionadas a pontos de vista conservadores ou injetar conteúdo não no topo dos mais buscados?”.
Através do vice-presidente Tom Stocky, o Facebook negou tudinho. O sistema é orientado a “não permitir a supressão de perspectivas políticas” e a “garantir a neutralidade”. Se tivessem perguntado a jornalistas, saberiam que não existe “neutralidade” nem imparcialidade.
Estas são características obrigatórias na administração pública e no sistema judiciário. O pilar fundamental do jornalismo é a credibilidade, Zuck. Se os seus 600 milhões de usuários descobrirem que o Face anda escondendo coisas por motivos políticos,  você pode ficar com a cara no chão.
Os mais buscados: o bom moço Zuckerberg é acusado de fazer maldades

COMENTÁRIO DO BLOG:.



CRITICAS AO ISLÃ SÃO CENSURADAS

Manipulou as informações negativas sobre a invasão islâmica na Europa que chamam de migração e foi flagrado garantindo a censura das postagens contra a migração a traidora chanceler Alemã Angela Merkel em um microfone em off.
Durante anos, o Facebook tem censurado as críticas ao Islã. No entanto, agora eles estão tornando-se uma "política formal". 
Facebook tem um exército de censores que trabalham em países do 3º mundo por US$ 1,50 a hora. 
Quase metade dos censores do Facebook trabalhar em um prédio de escritórios em Marrocos, que é um país muçulmano. O Facebook anunciou uma política formal de apagar páginas criticando o Islã. (12/2015)

A Guerra do Facebook contra a Liberdade de Expressão (aqui)

Angela Merkel Confronts Facebook's Mark Zuckerberg on Hate-Post Policy


quarta-feira, 26 de agosto de 2015



A crise migratória da Europa se agrava e a invasão islâmica se amplia



A Europa já enfrentava um problema migratório seríssimo, assunto discutido anteriormente  no artigo Islamização da Europa: pode o mesmo acontecer no Brasil?. Mas agora, ela se vê diante de uma invasão. Sim, invasão, porque estamos falando de 1 milhão de "migrantes" por ano, chegando à Europa na expectativa de usufruir das benesses do serviço-social europeu, e não para contribuir com ele. Além disso, com expectativas de alterar a fábrica social da europa, impondo a Sharia. 


A crise migratória da Europa se agrava, e o que está acontecendo é uma verdadeira invasão. Veja bem. Existem os "refugiados" oriundos de conflitos, e estes são cobertos pela lei internacional. Por exemplo, refugiados da Síria, estimados hoje em 9 milhões de pessoas [1], estão em sua maioria em campos de refugiados e o processo migratório burocrático acontece a partir destes lugares, sendo processados pelas embaixadas dos países que oferecem asilo. Mas existem os "migrantes" que não se constituem em refugiados, porém exigem os mesmos direitos. Estes migrantes querem entrar na Europa de qualquer modo, mesmo sem motivo. Os migrantes são oriundos de áreas que não são consideradas como área de conflitos, por exemplo, Afeganistão, Paquistão e Kosovo. Estes vem para a Europa sem mostrar (ou comprovar) algum motivo que justifique a migração.

Um fato interessante e que diz muito é que os riquíssimos países árabes do Golfo (Qatar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Kuweit e Bahrain) não aceitam refugiados. A contribuição destes países é zero! Isso mesmo. Zero. Nada. Nulo. Seria natural esperar que países muçulmanos oferecessem ajuda aos seus "irmãos muçulmanos" mas este não é o caso. [2] [3] E é claro que os invasores não vão para os países do Golfo pois sabem que não seriam mesmo recebidos.


A figura abaixo mostra bem o fato curioso de que os "refugiados" poderiam muito bem buscar refúgio nos ricos países do Golfo, mais próximos geograficamente, culturalmente e religiosamente. Porque eles não fazem isso?

A postura dos países do Golfo frente aos países da União Européia é gritante. Enquanto que os países do Golfo se preservam, a União Européia abandona a sua política de imigração e se rende aos contrabandistas de migrantes e refugiados. A Europa está dizendo abertamente que as suas portas estão abertas, basta pisar nas praias europeías ou entrar andando pelas fronteiras abertas.

O contrabando de refugiados e migrantes é um comércio lucrativo. Ele se beneficia da inanição da Europa e sua incapacidade de se proteger. Existem os "pequenos comerciantes contrabandistas", mas também as "grandes corporações contrabandistas", como o Estado Islâmico e até mesmo o Hamas, que cobram entre 2.5 mil a 3 mil dólares por pessoa para ajudá-la a penetrar na "Fortaleza Europa." [4] Estes grupos criminosos estão lucrando milhões de dólares com este contrabando humano [11] [12].

Existem 2 principais rotas da invasão migratória para Europa, uma pelo Mar Mediterrâneo e a outra pelo sudeste europeu, região conhecida como Balcãs. A figura abaixo mostra a segunda rota. Ela se origina na Turquia (que deixa os migrantes, todos extrangeiros, passarem), passa pela Grécia, Macedônia e Sérbia, aí se dividindo via Hungria, ou via Bósnia e Áustria, visando o seu destino final que é a Alemanha.[5]

Rota da migração com destino a Alemanha

A rota pelo Mar Mediterrâneo é mais perigosa, notadamente para os poucos cristãos que se aventuram por ela. Eles são alvo de uma onda de raptos, tortura e violações por grupo na Líbia [6], ou de abuso por parte dos outros migrantes muçulmanos, existindo vários casos de cristãos sendo mortos nos barcos durante a travessia do Mar Mediterrâneo [7]. Até chegarem ao litoral, os migrantes são levados em travessias pelo deserto do Saara. Apesar de tudo, a rota migratória pelo Mediterrâneo cresce, sendo que só no mês passado, mais migrantes desembarcaram nas costas da Grécia do que em todo o ano de 2014 [4]. Existe também a rota marítima pela Turquia. Apenas em julho, cerca de 50.000 chegaram à costa grega vindos de barco a partir da Turquia. [8]

A Alemanha já disse que irá aceitar 800 mil "migrantes" apenas este ano. Existem reações populares na Alemanha contra esta decisão. O pior é que a Chanceler (e manda-chuva) Angela Merkel está acusando os cidadãos alemães que se opõem a aceitar quase um milhão de migrantes por ano de nazistas. Ela teve esta reação após ter sido vaiada ontem durante uma visita a um destes centros. O protesto pacífico que a recebeu tinha faixas dizendo "nós somos a ralé" como resposta a um comentário ofensivo do vice-chanceler alemão Sigmar Gabriel. O fato é que o governo alemão não consultou o povo alemão para saber como eles desejam ver esta crise resolvida. [5]

Um espectador, de pé em frente à rua do centro da asilo, detém uma placa que diz
"traidora do povo" durante a visita de Merkel


O afluxo maciço de refugiados criou uma espécie de lei marcial na Alemanha, onde tem sido necessário usar escolas, ginásios e parques de campismo como centros de acomodação temporária para os requerentes de asilo.



Talvez a Chancheler Merkel ache que a Alemanha tem condições de assimilar quase 1 milhão de muçulmanos por ano. Ou talvez ela esteja sofrendo de algum tipo de alucinação. O fato é que ela tornou-se muito popular junto aos sírios, que têm inclusive enviado "cartas de amor" para ela, agradecendo a sua política de fronteiras abertas [9].

Enquanto isso, outros países não tão prósperos quando a Alemanha, e certamente com governos mais realistas do que a Chanceler Merkel, estão decididos a defender a suas fronteiras e identidade. As autoridades de Budapeste anunciaram planos para enviar mais de 2.000 policiais extras para aumentar a segurança na fronteira, enquanto que o parlamento discute a implantação de tropas na próxima semana. Além disso, a Hungria já está construindo uma cerca de 175 km de extensão na sua fronteira com a Sérvia em uma tentativa de impedir os de migrantes entrarem. As autoridades húngaras dizem que um número recorde de migrantes - mais de 2.500 - entraram na Hungria na terça-feira. A Bulgária diz que também vai enviar soldados para sua fronteira com a Macedónia. [5] E a Macedônia teve que usar bombas de gás lacrimogênio para conter centenas de migrantes na sua fronteira com a Grécia [8]. Um dos migrantes disse o seguinte:
"Sabemos que isso não é a Macedônia e nem a polícia da Macedônia. Esta é a União Européia. Por favor, avise a Bruxelas que estamos chegando, não importa de que modo."
Os migrantes chegam através da fronteira para a Macedônia a uma taxa de cerca de 2.000 por dia.

Muro de arame barbado na fronteira da Hungria

Existem dois problemas resultantes da invasão da Europa em andamento.



O primeiro é o econômico. A maioria das pessoas que entram ilegalmente na Europa parecem não estar fugindo de conflitos armados, mas sim buscando uma vida melhor em um "paraíso do bem-estar social" onde eles se qualificariam para viver custeados por auxílios similares ao nosso Bolsa Família. [10] Mas o sistema de bem-estar social europeu, cada vez mais financiado pela dívida dos governos nas últimas décadas, está mostrando sinais de um colapso iminente. Não há fim à vista para a crise da dívida da Grécia, apesar dos pacotes de resgate repetidos da ordem de € 326 bilhões de euros. O crescimento econômico lento, desemprego juvenil e o envelhecimento da população torna o modelo social europeu cada vez mais insustentável. [4]

A corrente principal da imprensa gosta de dizer a todos que os tumultos provocados por imigrantes jovens na França ou na Grã-Bretanha são movidos pela desigualdade econômica. Imagine agora a escala da agitação quando os estados europeus não tiverem mais condições de financiar "metade do planeta" e forem forçados a cortar benefícios sociais? [4]

O outro problema é social. Os migrantes que invadem a Europa vem de países falidos, sendo que um dos principais motivos desta falência é o modelo social e político construído a partir da lei islâmica Sharia. Mas a maioria destes migrantes deseja ver a Sharia implementada, de modo que o que eles estão fazendo será apenas importar para a Europa os problemas que levam ao colapso das suas sociedades. Alguns exemplos indicam esta hipótese.

Este vídeo mostra migrantes na fronteira da Macedônia recusando comida por ela estar dentro de pacotes da Cruz Vermelha, cujo símbolo é uma cruz. Eles queriam comida halal. Ou seja, mesmo em uma situação precária, eles já estão impondo a lei islâmica: os infiéis tem a obrigação de seguir a Sharia.






Outro exemplo diz respeito a ataque a cristãos e ex-muçulmanos, algo também consistente com a lei islâmica Sharia. Refugiados cristãos sírios que vivem na Suécia dizem que foram forçados a sair da casa que servia como asilo devido a ameaças oriundas de refugiados muçulmanos que exigiram que eles escondem suas cruzes e proibiu-os de usarem as áreas comuns na casa que compartilhavam. [13] [19]. Deixar o islão é um crime capital.


Um outro exemplo, um migrante que quebrou e urinou sobre uma estátua da Virgem Maria, na Itália. Destruir símbolos religiosos dos outros é uma obrigação consistente com a Sharia. [14]

Um outro exemplo, um migrante tentou estuprar uma menina de 13 anos que estava de férias na ilha italiana de Lampedusa. Estuprar infiéis faz parte da sunna (tradições) do profeta. [15]

Um outro exemplo. Briga generalizada após refugiado rasgar Alcorão deixa 17 feridos na Alemanha. A ideologia da maior parte dos refugiados é baseada na lei islâmica Sharia [20].

Além disso, existem aqueles que são mesmo jihadistas. A Polícia Norueguesa encontrou vídeos mostrando tortura, mutilações e execuções nos celulares dos "refugiados" [21]. Terroristas do ISIS estão chegando na Europa escondidos entre os migrantes que atravessam o Mediterrâneo em barcos, adverte o Promotor Judicial da União Européia [22]



Ora, é de se esperar que a maioria dos muçulmanos que estão invadindo a Europa desejem Sharia, pois as evidências mostram exatamente isso: muçulmanos querem Sharia.

Além disso, existe o aspecto do supremacismo islâmico, que leva muçulmanos a acharem que eles merecem sempre um tratamento diferenciado com respeito aos káfirs (não muçulmanos). Exemplos disso são comuns, encontrados quando os refugiados reclamam das condições que lhes são oferecidas, como se fosse obrigação das organizações de apoio européias de lhes oferecer hotéis 5 estrelas. Por exemplo, foi isso o que aconteceu na ilha grega de Kos. [16]


O problema é grave. Andreas Kamm, que é Secretário-Geral do Conselho Dinamarquês para os Refugiados, disse recentemente:  "Corremos o risco de que os conflitos entre refugiados e migrantes, de um lado e as populações locais, por outro dê errado e se escale, e nos meus olhos iremos inegavelmente enfrentar um cenário digno do Armagedon." .... A resposta não é que "a Europa importe o excedente populacional. Não podemos absorver 60 milhões de refugiados", diz ele. "Nós não podemos ser obrigados a destruir a nossa própria sociedade. Devemos parar antes disso, se nos ainda pudermos." [17]

Contudo, quase ninguém, especialmente a mídia, culpa os migrantes por suas próprias ações.

O futuro da Europa parece ser cada vez mais sombrio, e os europeus têm apenas a reação das suas elites dirigentes européias para culpar. A invasão acontece com o apoio delas. É como disse o Sr. Crepeau, o relator especial da ONU sobre os direitos humanos dos migrantes: "A migração está aqui para ficar." [18]

A Europa está importando os conflitos do mundo islâmico.

"Nós não voltaremos. Abram o caminho."
Referências

[1] Syrian refugies - a snapshot of the crisis - in the Middle East and in Europe, http://syrianrefugees.eu/, última atualização em outubro de 2014, acessado em 26 de agosto de 2015.


[3] Facts & Figures: Syria refugee crisis & international resettlement, Anistia Internacional, 5 de dezembro de 2014, acessado em 26 de agosto de 2015.

[4] Mass Immigration and the Undoing of Europe, Vijeta Uniyal, Gatestone Institute, 25 de agosto de 2015.




[8] Refugees tear through police lines at Macedonian border, REUTERS, 22 de agosto de 2015.



[11] Smugglers average €1 million per migrant boat, EU Observer, 29 de maio de 2015.



[14] Italy: Muslims Destroy and Urinate on Virgin Mary Statue, Europe News, 18 de janeiro de 2015.

[15] Lampedusa: Tunisian 'asylum seeker' tries to rape 13-year-old Italian girl, Islam versus Europe, 28 de agosto de 2013.


[17] Danish Refugee Council's Secretary General: - We face an Armageddon scenario, Speiza, , acessado em 26 de agosto de 2015.

[18] Europe 'must open official channels for migrants', BBC, 25 de agosto de 2015.




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